13 set

Pesquisadores da Unifesp e Instituto do Sono acreditam que meditar é alternativa para reduzir uso de medicamentos para dormir

Ao ver um grupo de mulheres que aderiu à meditação, pode não parecer, mas elas estavam à beira de um ataque de insônia. Por questões hormonais, as mulheres são as principais vítimas deste pesadelo que vai piorando com a idade.

“Cerca de 30 % das mulheres antes da menopausa tem alguma queixa de insônia, e esse número vai para 60 % após a menopausa”, explica a professora Helena Hachul, professora de medicina – Unifesp.

O problema é que cada vez mais, as mulheres com insônia recorrem ao uso de medicamentos fortes e controlados para dormir, os tranquilizantes, ou benzodiazepínicos. Muitas acabam ficando dependentes. Não conseguem mais dormir sem os remédios. O que poucas sabem é que esta dependência é um risco para a saúde.

“As pessoas que usam, de longa data, os benzodiazepinicos têm prejuízo de memória. E um outro efeito colateral dos benzodiazepinicos é que eles provocam um relaxamento muscular e isso pode levar a uma parada respiratória. Então muitas mulheres que utilizam esses medicamentos, esses tranquilizantes maiores, podem ter episódios maiores de apneia e isso é prejudicial à saúde”, explica a professora Helena Hachul.

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